23 outubro 2007

hidroginástica

Divirtam-se um pouco, porque ler não é tudo...

Um bem haja e até breve

28 setembro 2007

Comer (n)o Buraco da Nova

Há descobertas que são valiosas, por exemplo encontrar um veleiro afundado, um tesouro, uma cidade enterrada durante centenas de anos, etc... Mas por outro lado há descobertas de coisas recentes que são bem mais valiosas, pelo menos em termos psicológicos!

Ao desfolhar um roteiro turístico, da zona de Leiria, deparo com o sonho de qualquer Homem, "O Buraco da Nova", sim, e é de comer e pelos vistos de chorar por mais.
Qualquer homem fica feliz por poder comer num bom buraco, e se for de uma nova tanto melhor, os homens gostam de coisas novas, coisas a estrear.
Bom, outros há que também gostam de um buraco mais experiente, pode ser que daqui a uns anitos o buraco da nova, seja o buraco da velha e chame outro tipo de homens para lá comer, não sei...
Bem, quem gosta de um buraco de velha, também deve gostar de um de nova, mas como gostos não se discutem, não me vou alongar mais!

Mas não se fica de surpresas, vejam lá onde podemos encontrar "O Buraco da Nova": Isso mesmo: no R/c Rego D'Água.
Ou seja, alem de ser nova, de se comer lá bem, este buraquinho deve ser muito limpinho, podera, com um reguinho de água a passar por baixo!!!

Realmente esta zona de Portugal é muito apelativa para os homens, e passo a explicar:
Depois de comermos (n)o buraquinho da nova, o tal buraco a estrear e limpinho, por causa do rego da água, ainda podemos, não muito longe dali ir de joelhos a (leia-se: á) Fátima, mas se a primeira tarefa parece fácil, a segunda... só lá vamos se ela deixar...


Um bem haja e até breve, aproveitem e visitem o Buraquinho da Nova

Carros de guerra usados



Isto está a ficar bonito, está, está! Esta semana ouvi num telejornal uma noticia que dizia que Portugal vai adquirir viaturas usadas, de combate, ao governo Holandês. É algo, que pelos vistos, já fazemos há muito tempo.

Aparentemente não tem qualquer problema, mas é claro que aqui no Cantinho das Farturas, gostamos de de aprofundar um pouco mais as temáticas.


Imaginem lá a conversa entre o governo Português e o governo Holandês a negociar as viaturas:


Governo Português (GP): hó chefe, então quanto é que faz aqui a estas viaturas?

Governo Holandês (GH): isso é barato amigo, mas olhe que o material está impecável.


(estão mesmo a imaginar que a seguir vem a conversa da velhinha...)


GP: realmente isto tem pouco uso, quem é que andava com isto??

GH:era uma velhinha, coitada, ela não conseguia tirar o tanque da garagem, mandava sempre o portão de casa a baixo. Andava pouco com isso.

GP: por acaso nota-se, está estimadinho. Fez muitas guerras??

GH: fez só duas, a de 14 e a de 39, está como novo colegas. Mas como já é quase um clássico, até vão poupar no seguro...

GP: grande ideia, negócio fechado...


O que vale é que Portugal é um pais pacifico, e não se mete em grandes confusões... mas agora, aprofundando um pouco mais imaginem o seguinte cenário:


Começa a terceira guerra mundial, como é óbvio, e depois de termos eliminado tantas vezes a Holanda em apuramentos e campeonatos de futebol, é lógico que estes não vão ficar do nosso lado. Ou seja, vão ser nossos inimigos e nós a lutar com eles, com os seus antigos carros de combate.

Como será claro, os holandeses conhecem perfeitamente as fraquezas do material que usaram, mas a melhor situação e como são um povo inteligente é que antes de venderem os carros de combate a Portugal, pelo sim pelo não, de certeza que fizeram umas copias das chaves dos seus carros de combate.

Vai ser lindo, os soldados a levantarem-se ás sete, para pegar na guerra por volta das oito, oito e pico e e os carros de combate não estarem no parque de estacionamento....



Isto está bonito, está, está...



Um bem haja e até breve

06 setembro 2007

Curto, médio e longo prazo.


É habitual ouvirmos falar ou qualificarmos, por exemplo um projecto, de projecto a curto, médio e longo prazo. E é dessa determinação "temporal" que quero pensar um pouquinho e ao mesmo tempo fazer-vos pensar...

Após um deliberamento profundo sobre esta matéria cheguei a uma conclusão que se calhar vos vai espantar, e a conclusão é que não existem projectos a médio prazo. Porquê?? eu respondo:

O médio prazo deve ter sido um individuo de espírito muito fraquinho, que por não conseguir determinar com exactidão a linha que separa o curto prazo do longo prazo, decidiu, sem pedir explicações a ninguém, inventar o médio prazo.

Aceito que me digam, que é difícil determinar essa linha, que separa o curto e o longo prazo, até porque, mesmo os historiadores, quando estão a datar determinados acontecimentos dão uma margem de erro, para que os seus cálculos seja mais exactos, mas estamos a falar de acontecimentos passados... Agora quando falamos de projectos, falamos de acontecimentos futuros, ora, se eu não consigo determinar a linha que separa o curto do longo prazo, então nunca vou descobrir se o meu projecto foi conseguido dentro ou fora das minhas previsões.
Como é claro, os pobres de espírito, para ajudarem as suas pequenas mentes, decidiram criar o chamado médio prazo.

Esta criação demoníaca acaba por trazer ainda mais problemas agregados se não vejamos. Até ser inventado o médio prazo existia apenas uma linha temporal por identificar (como já referi, a linha entre o curto e o longo prazo). Mas como o pobre de espírito inventou o médio prazo, não ficou satisfeito e então vá de juntar o curto com o médio prazo e assim criaram o projecto a curto-médio prazo, mais uma linha para definir... Seguindo a lógica se esse inegrumeno inventou o curto-médio prazo, e como os pobres de espírito não gostam de deixar ninguém para trás, "PUMBA" inventaram os projectos a médio-longo prazo, Ai Senhor... Mais uma linha para definir.
Sendo assim e bem feitas as contas, temos então 4 linhas temporais para definir:
1- curto prazo/curto-médio prazo
2-curto-médio prazo/médio prazo
3-médio prazo/ médio-longo prazo
4-médio-longo prazo/ longo prazo

Esses seres pouco pensantes, a pensar que ajudavam, ainda vieram complicar mais as contas do povo.

Quem acaba por aproveitar esta falta de definição são os nossos governantes, que por entre projectos de curto, curto-médio, médio, médio-longo e longo prazo lá nos vão dando a volta...

Um bem haja e até breve

30 junho 2007

Apagar fogos com vinho tinto



Esta, de facto, deve ser uma das noticias mais bombásticas que foi dada nos últimos tempos no cantinho das farturas! Descobri um destes dias, que um grupo de vigilantes dos fogos florestais, da câmara municipal de Sever do Vouga, tem uma forma peculiar de apagar o que pode ser o inicio de um grande fogo florestal.


A equipa de vigilantes deve ser formada por dois indivíduos, que se fazem transportar numa carrinha pic-up de marca Ford, tem um tanque de água, presumo eu, com uma bomba e alguns metros de mangueira...


Tudo parece normal, não fosse o facto de eu reparar que no banco de trás, da dita carrinha, estavam alguns objectos de forma quase cúbica, pensei que fosse algum objecto para ajudar a apagar alguma chama existente... e de facto era mesmo, mas os objectos em causa não apagam fogos florestais, apagam sim o fogo ou ardor nos estômagos dos vigilantes.


Perguntam vocês mas que "raio" é que estava no banco de trás??


Fácil, eu consegui contar SETE, sim sete, garrafões de vinho, marca Silgueiros, que vêm em caixas de cartão de forma cúbica, os tais objectos, no banco de trás...

A foto, apesar de não estar em grandes condições, dá para ver sete cruzinhas que assinalam os garrafões visíveis. O Cantinho espera em breve ter uma foto de mais qualidade.


E agora pergunto eu: Será que os ditos vigilantes conseguem vigiar??


Ou melhor será que, mesmo que avistem um incêndio, o conseguem apagar??


Bem, se a água acabar, podem sempre "esguichar" algum vinho para as chamas, não deve ter mal, digo eu... em ultimo caso podem sempre fazer um chichizinho para o lume...


É claro que se eu vir estes senhores perto de uma chama nem me aproximo, há um perigo iminente de explosão, tenham cuidado, muito cuidado...


Um bem haja e até breve

26 maio 2007

"Desculpe minha senhora..."


Provavelmente, já vos aconteceu, mas se calhar não pensaram sobre isso...
Já repararam na estratégia das operadoras de telemóvel?

Passo a explicar: quando o nosso saldo, do telemóvel, passa a baixo de um euro a senhora diz com uma voz simpática: "O seu saldo é inferior a um euro"

Já quando o saldo não permite efectuar uma chamada a senhora diz com uma voz forte e enervada: "O SALDO DO SEU CARTÃO NÃO LHE PERMITE EFECTUAR A CHAMADA, POR FAVOR RECARREGUE O SEU CARTÃO"!!!

Credo... se estivermos num dia menos bom, até podemos começar a chorar com vergonha de não ter dinheiro no telemóvel. E então há que ir a correr para um Multibanco ou uma Payshop para carregarmos o telemóvel e para nos sentirmos bem e com o ego recuperado.

Vejam que a senhora é tão bruta a falar, que a primeira vez que eu ouvi esta frase até pedi desculpa à senhora "desculpe minha senhora, eu não fiz por mal, descuidei-me e não carreguei o cartão do telemóvel, por favor desculpe-me, por favor..." senti-me culpado e até cheguei a entrar na igreja para me confessar por tamanho pecado!

De facto as operadoras pensam em tudo. Esta técnica é tão boa, que poderia ser usada em muitos casos do nosso dia-a-dia:

E que tal utilizar esta técnica com devedores das finanças? "O SENHOR DEVE DINHEIRO AO PAÍS, POR FAVOR REGULARIZE A SUA SITUAÇÃO.." ou então em casos como o da Casa Pia ou o Apito Dourado: "O SENHOR É ARGUIDO, POR FAVOR DIGA TODA A VERDADE, TODA A VERDADE..."

Era capaz de resultar!

Um bem haja e até breve

02 maio 2007

Naftalina no urinol



Não querendo ser tendencioso, este tema é um pouco machista, isto porquê? Porque ao falar de um urinol estou a falar de um tema que não é do alcance de todas as mulheres, excepto, se estas tiverem entrado numa casa de banho masculina. (Propositadamente ou não).

Devido aos avanços da ciência, muitos dos urinóis do nosso país têm alterado a sua forma mas não só. Não sei se já repararam que também o seu conteudo se tem alterado com o passar dos tempos. Actualmente temos umas placas anti-bacterianas, normalmente verdes (vá-se lá saber porquê), que além de eliminarem as bactérias, fazem com que o odor seja menos intenso e evitam a entrada de beatas e pastilhas elásticas. Noutros urinóis podemos encontrar, o famoso WC Pato, partido em dois um três pequenos pedaços, o seu aroma é agradável, mas não consegue evitar a entrada das já referidas beatas e pastilhas. Outros urinóis há, que têm uma forma, que não permite usar nenhuma destas receitas enumeradas.

Agora vamos ao que realmente interessa, e ao que realmente me fez contar-vos esta história. Posso informar-vos, em primeiríssima mão, que ainda existem urinóis, pelo nosso país, que nem usam placas verdes, nem WC Pato, usam sim: BOLINHAS DE NAFTALINA, é verdade!!
As famosas bolinhas de naftalina...

Além de eliminarem todos os odores e bactérias, consegue dar-nos a sensação que estamos a urinar no guarda-fatos da nossa avó. Fantástico.

Vamos criar um movimento de defesa, já que há um para quase tudo, para preservar esta tradição, quase secular, de colocar bolinhas de naftalina nos urinóis.

E para ajudar a preservar esta tradição vou pedir a todos os "mijadores" leitores deste blog, que coloquem nos comentários, locais em que ainda se coloca naftalina nos urinóis.

AJUDEM A PRESERVAR ESTA TRADIÇÃO

Um bem haja e até breve... (ups, tenho de ir à casa de banho)